Publicado em 17/08/2011 11:50

Comissão entrega relatório sobre reforma na UEG

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A Comissão de Estudos sobre a Universidade Estadual de Goiás (UEG) apresentou nesta semana o relatório final com a proposta de reforma para a instituição.

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A Comissão de Estudos sobre a Universidade Estadual de Goiás (UEG) apresentou nesta semana, ao secretário de Ciência e Tecnologia, Mauro Faiad, o relatório final com a proposta de reforma para a instituição. O secretário vai agora examinar o documento e, em seguida, entregá-lo para a apreciação do governador Marconi Perillo.

Após o parecer do governador, o relatório será apresentado em primeira mão para os diretores de unidades da UEG. Em seguida, o documento será divulgado para a comunidade universitária e apresentado à imprensa. Antes de as mudanças serem implementadas, Mauro Faiad também vai submeter o relatório ao exame do Conselho Universitário da UEG e ao Conselho Estadual de Educação.

A presidente da comissão, professora Eliana França, entregou o relatório a Mauro Faiad durante reunião no gabinete do secretário de Ciência e Tecnologia, com a participação dos demais membros da comissão. O relatório tem cinco volumes, um deles com a síntese das mudanças propostas pela comissão.

O trabalho da comissão durou cerca de cinco meses e o prazo para a apresentação do relatório final foi prorrogado duas vezes em função da complexidade do diagnóstico sobre as condições da universidade. Além da UEG, a comissão é formada por integrantes da Sectec, da Fundação de Amparo a Pesquisa (Fapeg), do Conselho Estadual de Educação (CEE) e da Casa Civil (cinco titulares e cinco suplentes de cada órgão).

Mais informações: (62) 3201-5202
Fonte: Goiás Agora

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Lista de Comentários

1
29/10/2011

Mudanças sim...

Mudanças...

Como aluno da UEG, é meu dever defender a integridade do nosso centro acadêmico.

O Governo precisa realmente promover mudanças para melhorar a qualificação do ensino praticado aqui, mas essas mudanças precisam começar pela visão de educação que o governo tem. Não se pode falar em mudanças na UEG sem que haja uma profunda alteração no sistema educacional do estado que, diga-se de passagem, como o do resto do país, está decadente, falido e com professores cada vez menos qualificados e o que é pior, mal remunerados.

Qual professor vai se dedicar à educação de qualidade com um salário líquido de R$ 12,80 por hora/aula? E qual professor qualificado vai deixar de dar aulas nas grandes Universidades, que pagam salários decentes, para vir nos ensinar por uma paga dessas?? Só o amor pela profissão será suficiente??? Creio que não.

Essas mudanças precisam começar no ensino fundamental, passando pelo médio para atingir o ensino superior. E o maior responsável por isso é o próprio estado ou aqueles que o conduzem, os nossos administradores.

Para os gestores do estado, ao assumirem seus mandatos, torna-se mais importante as conquistas pessoais do que as necessidades da coletividade, do cidadão brasileiro, isso é notório, dessa forma  ensino,  saúde e habitação ficam em terceiro plano, somente sendo praticadas essas políticas em épocas de pleito eleitoral e apenas por puro interesse eleitoreiro, nada mais.

É chegada a hora de mudanças, mas vamos começar pela forma de administrar. Senhores políticos, que, aliás, são representantes delegados pelo povo, vamos dar atenção à formação do cidadão ainda no berço escolar, começando pelo ensino fundamental. Deixem de olhar para o seu bolso e foquem o seu trabalho nas necessidades daqueles que os elegeram. Não façam como os Magistrados Federais que com o salário absurdo de R$ 26.700,00, fazem greve por achar a remuneração injusta, isso sem falar no soldo que recebem os nossos administradores, também um absurdo, enquanto aqueles que os formaram, os professores, ganham salários de miséria e de fome.

O Cidadão Brasileiro está clamando por mudanças. Não deixem esse clamor abrasar, se inflamar, pois, se isso acontecer, teremos uma nova revolução civil no país, e dessa vez a culpa não é dos militares e sim da própria sociedade.

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Aluzair Junior
2
21/09/2011

Acadêmico Adm

Deixo aqui o meu comentário, mas faço a ressalva que opino exclusivamente sobre a região em que moro por não saber da realidade das outras regiões.

Ao invés deste grupo de estudo ter proposto o fechamento de cursos em diversas regiões, transferindo-os para outras, deveria era propor a melhoria da qualificação do quadro docente, a valorização do professor com salário que possibilitasse que este professor fosse dedicado em tempo integral a UEG. Veja o caso de Goianésia, cidade com 64.000 mil habitantes, na Unidade da UEG temos os cursos de Administração, Historia, Pedagogia e Sistemas de informação, pela proposta destes “estudiosos” estes cursos seriam transferidos para a cidade de Ceres, ficando para Goianésia somente cursos de áreas afins da economia local (sucroalcoleira, agricultura), ora bolas, isto é um retrocesso a tudo que uma política educacional deveria pregar, a cidade já tem um centro de desenvolvimento profissional da área sucroalcoleira, uma mudança deste tipo prejudicaria a ambição de centenas de jovens que não querendo sair da cidade, estudam na UEG. Por este relatório deixa a entender que Goianésia é e terá de ser sempre uma região agrícola, que não tem espaço para indústrias, nem comércios, nem escolas, nem nada, pois acabando com os cursos citados acima é isto que deixa a entender. Um projeto educacional visando APL deveria ser inserido juntamente com os demais cursos, e não substituí-los. Se o governador aprovar na integra este relatório ela estará dando um passo atrás na educação de Goiás.

Responder este comentário
André Ricardo Braz de Melo

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