Publicado em 04/05/2011 06:20

Ministério Público denuncia 35 prefeitos por crime ambiental

Outros 110 estão na mira da instituição, que deu prazo para que os lixões sejam eliminados


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O Brasil está bastante atrasado em relação à coleta, transporte, tratamento e destino final do lixo. O levantamento da Abrelpe aponta uma melhora na destinação final dos resíduos sólidos urbanos: 57,6% das 60,8 toneladas coletadas foram encaminhados a aterros sanitários. Em 2009, esse porcentual foi de 56,8. Apesar da melhora, 23 milhões de toneladas de resíduos ainda são destinado aos lixões, que, no ano de 2009, receberam 21 milhões de toneladas. Estes lixões, geralmente localizados em áreas urbanas, contaminam a água, o solo e ar.

Em Goiás a situação é grave. De acordo com último levantamento da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), de 2009, 62,93% dos municípios goianos jogam o lixo em lixões a céu aberto, 33,19% em aterros controlados e apenas 3,88% têm aterros sanitários. “Goiás perde inclusive para os municípios do Nordeste em número de aterros sanitários”, afirma Osmar Mendes, gerente de Resíduos Sólidos da Semarh e responsável pela pesquisa.

Na época do levantamento, dos 246 municípios goianos, 9 tinham aterros sanitários — Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade, Anápolis, Goianésia, Cidade Ocidental, Chapadão do Céu e Rio Verde. Trindade saiu dessa lista no ano passado. O aterro construído na administração passada e que consumiu cerca de R$ 1,2 milhão de dinheiro público acabou virando lixão por falta de manejo adequado.  “E nem se aplicarmos R$ 10 milhões conseguiríamos recuperar o aterro”, afirma Osmar Mendes. O manejo correto implica compactar o resíduo sólido assim que ele for atirado ao aterro e, logo em seguida, aterrar.

De acordo com o levantamento da Semarh, em 77 municípios goianos o lixo é destinado aos chamados aterros controlados, onde o resíduo é compactado e aterrado em local aberto. O modelo já não atende à exigência da lei, afirma Osmar Mendes, visto que muitos se transformaram em lixões. No Estado, 146 cidades convivem com lixões a céu aberto. Para os técnicos em gestão de resíduos sólidos, lixão é o local onde os resíduos sólidos são simplesmente depositados sem nenhum tipo de seleção e tratamento.

Os TCOs foram encaminhados ao Ministério Público — a quem cabe denunciar os administradores públicos — que, em agosto do ano passado, reuniu os prefeitos dos municípios citados e lhes deu três meses para que entrassem com pedido de licença prévia para construção de aterro sanitário junto à Secretaria de Meio Ambiente. Para facilitar a vida dos prefeitos de cidades com população inferior a 50 mil habitantes — 230 municípios se enquadram nesta categoria — a Semarh editou uma instrução normativa que simplificava o licenciamento ambiental, além de assessorar os prefeitos na construção dos aterros.

Editado por Dotes
Fonte: Jornal Opção

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2
17/08/2011

aterro sanitário

17/08/2011

aterro sanitario

fazemos Estação de trataementp de água e esgoto, e aterro sanitário dentro dos padrões ambientais com total garatia.

informações:

61/92341629

6138792435

socratesambiental@gmail.com

Responder este comentário
socrates lins
3
17/08/2011

aterro sanitario

fazemos Estação de trataementp de água e esgoto, e aterro sanitário dentro dos padrões ambientais com total garatia.

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socrates lins

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