Publicado em 11/04/2011 13:32 Atualizado em 11/04/2011 13:35

Presídios goianos usarão armas não letais para conter conflitos

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O sistema prisional de Goiás é o terceiro do País a usar em situação de conflito as armas não letais Tasers

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O sistema prisional de Goiás é o terceiro do País a usar em situação de conflito as armas não letais Tasers, de fabricação norte-americana, conhecidas também como armas de eletrochoque, que paralisam momentaneamente infratores, facilitando o trabalho de policias, sobretudo na apreensão desses indivíduos.
Em Goiás, as pistolas Tasers foram usadas nos presídios de Rio Verde e Itumbiara, com  a realização de três disparos, sendo a primeira vez em Rio Verde, para imobilizar um detento que agrediu um agente penitenciário e já tem histórico de agressão física com mordidas. 
As noventa pistolas Tasers foram adquiridas pela Agência Prisional através de recursos de convênio com o Departamento Penitenciário Nacional- Depen do Ministério da Justiça. Noventa agentes de Segurança Prional fizeram curso para apreender como manuseá-las.
O mais importante, segundo Edílson de Brito, presidente da Agência Prisional, é que ao ser disparada a pistola emite confetes que ficam espalhados pelo chão e identificam quem a usou, o que é uma questão de segurança não só para o preso,  que não corre risco de morte, mas também para o servidor que a usou, pois ele faz um relatório chamado auto de resistência, mostrando a necessidade de utilização da arma. Além disso, as pistolas podem ser acionadas a uma distância aproximada de 10 metros, com a recomendação de que os dardos sejam disparados pelas costas de modo a evitar ferimentos no rosto do atingido.

O sistema prisional de Goiás é o terceiro do País a usar em situação de conflito as armas não letais Tasers, de fabricação norte-americana, conhecidas também como armas de eletrochoque, que paralisam momentaneamente infratores, facilitando o trabalho de policias, sobretudo na apreensão desses indivíduos.

Em Goiás, as pistolas Tasers foram usadas nos presídios de Rio Verde e Itumbiara, com a realização de três disparos, sendo a primeira vez em Rio Verde, para imobilizar um detento que agrediu um agente penitenciário e já tem histórico de agressão física com mordidas. 

As noventa pistolas Tasers foram adquiridas pela Agência Prisional através de recursos de convênio com o Departamento Penitenciário Nacional- Depen do Ministério da Justiça. Noventa agentes de Segurança Prional fizeram curso para apreender como manuseá-las.

O mais importante, segundo Edílson de Brito, presidente da Agência Prisional, é que ao ser disparada a pistola emite confetes que ficam espalhados pelo chão e identificam quem a usou, o que é uma questão de segurança não só para o preso,  que não corre risco de morte, mas também para o servidor que a usou, pois ele faz um relatório chamado auto de resistência, mostrando a necessidade de utilização da arma. Além disso, as pistolas podem ser acionadas a uma distância aproximada de 10 metros, com a recomendação de que os dardos sejam disparados pelas costas de modo a evitar ferimentos no rosto do atingido.

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