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Caiado anuncia vacinação contra coronavírus a partir de 10 de fevereiro

Segundo o governador, a data segue calendário do Plano Nacional de Imunização (PNI)


Dezembro 22, 2020

Caiado mostra vacina em reunião com o Ministério da Saúde


Por Silvana Marta


O governador de Goiás Ronaldo Caiado (DEM) anunciou nesta terça-feira, em entrevista à TV Anhanguera que a vacina contra a Covid-19 vai ser distribuída em Goiás a partir de 10 de fevereiro de forma gratuita.

Ele afirmou ainda que a vacinação priorizará inicialmente profissionais da saúde e pessoas de grupos de risco. Caiado afirmou ainda que a vacinação segue cronograma do Plano Nacional de Imunização.


PNI


O Plano Nacional de Imunização prevê que grupos que estiverem mais expostos à doença ou forem compostos de pessoas mais vulneráveis serão os primeiros a serem vacinados.

A previsão é de que nesta primeira etapa, 15 milhões de pessoas sejam vacinadas dentro de 4 meses.


Anvisa


O Ministério da Saúde informou na última terça-feira (15) que a vacinação terá início com a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após aprovação das vacinas contra o coronavírus no Brasil.

Até o momento nenhuma vacina foi aprovada por aqui.


Secretaria de Saúde de Goiás


Ismael Alexandrino, Secretário da Saúde em Goiás, anunciou que o estado já comprou mais de 2 milhões de seringas e agulhas para garantir a aplicação das doses.


Ministério da Saúde


O governador de Goiás ressaltou que a vacinação contra a Covid-19 precisa ser coordenada pelo Ministério da Saúde para evitar que um estado seja mais privilegiado que outro. Ele defende a isonomia no processo de imunização brasileiro.


Pfizer


A imunização em Goiás deve começar com a empresa farmacêutica americana Pfizer. A expectativa é de que sejam disponibilizadas ainda em janeiro 500 mil doses da vacina para todo o território nacional.

Caiado também frisou que em pouco tempo haverá a liberação de doses de outros fabricantes, como as produzidas pelo Instituto Butantan (SP) e pela Fiocruz (RJ): “Aí poderíamos ter uma oferta de 30 a 40 milhões (de doses) já no mês de janeiro. Aí você muda totalmente a lógica. Se Deus quiser, até a metade do ano o Brasil já vai estar vivendo uma outra realidade”, ponderou.


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