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Iris Rezende lidera com folga e venceria no 1º turno em todos os cenários

Atualizado: Set 12


Pesquisa realizada pelo Instituto Diagnóstico/Sagres/DM revela que vantagem do prefeito sobre adversários chega a 43 pontos percentuais


O prefeito de Goiânia Iris Rezende é o líder isolado para prefeito as pesquisas eleitorais 2020


Por Silvana Marta



O que estamos assistindo é a maior puxada de tapete da história política recente de Goiás.

Iris é o favorito na disputa pelo comando da Prefeitura de Goiânia qualquer que seja o cenário, apontam as pesquisas. Dados recentes, coletados entre os dias 5 e 8 de setembro revelam que Iris concentra a preferência dos goianienses em uma distância muito maior do que a imaginável, o que lhe garantiria vitória em primeiro turno, independente do números de candidatos de outros partidos ao pleito.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Diagnóstico, Diário da Manhã e Sagres, registrada sob o número 04922/2020 demonstra que, com a presença de Iris no cenário das eleições 2020, ele venceria com 51,7% dos votos com uma estupenda vantagem de 43 pontos percentuais sobre a segunda colocada, a deputada Adriana Accorsi, que aparece com 8,2% das intenções de votos. Os demais candidatos ficaram com 0,5% dos votos. 6,5% afirmaram que votariam em branco. 7,5% não souberam opinar.

Em um segundo cenário Iris Rezende venceria com 51,2% das intenções de votos, em primeiro turno, com uma vantagem de 37 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Vanderlan Cardoso (PSD), que alcança 13,3% da preferência do eleitorado.


Cenário sem Iris Rezende


Com Iris fora das eleições, a tendência é que elas sejam decididas apenas no segundo turno. Nenhum outro candidato tem o favoritismo dos goianienses. Por isso a disputa segue embolada e indefinida, com empate técnico entre Adriana Accorsi, Vanderlan Cardoso, e Maguito Vilela, nessa ordem de colocação. Sem Vanderlan (que continuo afirmando que não é candidato e faz jogo com Maguito Vilela, que o lança contra seu maior rival, Iris Rezende, apenas caso Maguito não venha candidato), Maguito e Adriana ficam empatados. Delegado Eduardo Prado (DC) e Iris Rezende (MDB) são os menos rejeitados.


Fiasco


Maguito Vilela não é tudo o que dizem que ele é e sua hegemonia no MDB está longe de acontecer. Ontem, no lançamento de sua pré-candidatura à prefeitura de Goiânia, o diretório municipal do partido estava esvaziado. Presentes apenas o pessoal de Aparecida de Goiânia (seu curral eleitoral), o MDB mulher (que está fragilizado com a internação de sua presidente Cleuza Assunção e também de sua vice-presidente Iolanda Avelino), e poucos emedebistas, restritos à parte da cúpula do partido, o que demonstra que sua liderança não está consolidada.


MDB


Iris é MDB de raiz, sua história se confunde com a do partido, mas a ganância pelo poder destruirá Goiás para sempre, já que a derrota de Iris Rezende só interessa ao grupo de Marconi Perillo, do qual fazem parte: Jovair Arantes (ex-PTB), atualmente MDB, conduzido pelas mãos de Maguito Vilela.

O grupo de Perillo não se importa com o fato de Maguito Vilela não ganhar as eleições. O que querem é Iris fora do pleito, com sua vitória dada como certa.

Infelizmente, ao que tudo indica, o farão. E Maguito vai enterrar de vez suas boas pretensões políticas para seu filho Daniel Vilela.

Esse grupo de Carlos Cachoeira não tem dó de ninguém - nem de Maguito Vilela - e vai destruir a vida de quem quer que seja para continuar sangrando o Estado de Goiás com corrupção visando apenas o enriquecimento ilícito de seus membros.


Hora da xepa


Iris Rezende merecia um final digno pelo ‘conjunto da obra’.

Seis décadas de trabalhos dedicados ao povo de Goiás não é brincadeira. Ele merecia a chance de disputar voto a voto a preferência do eleitorado e não ser destruído pelo mesmo partido que defendeu por toda a sua vida.

Iris possui um 'staff' eleitoral indestrutível e dignificar o tempo que lhe resta na política seria honesto e fundamental.


Honestidade


Goiás é um estado solapado pela corrupção. Marconi Perillo criou no estado um cenário propício para a realização de operações pela Polícia Federal. Basta ver o número de operações contra o crime organizado que foram e estão sendo realizadas no Estado de Goiás não só no poder executivo, mas no também no judiciário e mais recentemente, na Igreja Católica. A corrupção em Goiás correu frouxa em todos os segmentos. Faz-se necessário olhar com atenção para a quantidade de drogas que estão sendo apreendidas, o que demonstram o tamanho da Orcrim que operava em nosso Estado, que não está sendo mais palco para isso.

Seria honesto que o partido seguisse a orientação do eleitorado, e não a vontade da executiva, que se resume a Maguito Vilela e Daniel Vilela.


Eleições 2020


A insanidade tomou conta do partido.

Uma eleição deve ser direcionada pelas pesquisas de intenção de votos. Nada justifica um candidato que tem eleição garantida em primeiro turno, com estrondosa vantagem de 43 pontos percentuais para os segundo colocado, estar fora das eleições, a não ser pela força da corrupção por trás do processo.


Que vergonha!



*Silvana Marta de Paula Silva

Advogada e jornalista


Texto intelectual protegido pela Lei dos Direitos Autorais (9.610/98). Este conteúdo pode ser republicado, desde que cite a fonte e autoria.



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